O jogador Neymar Jr. e a influenciadora Bruna Biancardi deixaram recentemente a mansão que ocupavam em Cotia, São Paulo, após descobrirem a presença de câmeras internas instaladas no imóvel e supostamente acessadas pelos proprietários sem autorização. A situação, considerada uma grave violação de privacidade, levou o casal a acionar a Justiça.
Segundo relatos, as imagens teriam sido utilizadas pelos donos da propriedade para levantar acusações contra Neymar e Bruna, incluindo supostos descumprimentos contratuais, como permitir a circulação de um cachorro em áreas restritas — cláusula que, segundo a defesa do casal, não constava no contrato de locação. Além disso, o casal afirmou ter enfrentado tentativas de aproximação consideradas invasivas, como pedidos de fotos e comentários sobre assuntos pessoais.
A ação judicial, aberta em abril, mencionava possíveis violações à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e ao direito à intimidade. O episódio também gerou discussões sobre a segurança e o respeito à “posse pacífica” do imóvel, princípio básico nas relações locatícias.
O caso foi encerrado em 7 de agosto, quando as partes firmaram um acordo extrajudicial que resultou no arquivamento do processo. Embora os termos não tenham sido divulgados, a saída do casal da residência e o fim da disputa encerram um capítulo marcado por tensão e debates sobre privacidade, segurança e limites na relação entre locadores e locatários.